Sexta-feira, Julho 17, 2009

152: Tim Keller em português
















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A Fé na era do ceticismo: Como a razão explica as crenças divinas.
Recentemente li um ótimo livro e gostaria de indicar aqui. Não farei uma resenha aos moldes acadêmicos, mas apenas uma indicação bibliográfica. O livro The reason of God foi traduzido para o português pela editora Campus, de caráter secular (o que torna o cristianismo mais presente na sociedade e literatura – isso é muito bom). Observei apenas um único erro, que se repete outras vezes, quando “orar” é traduzido por “rezar”, nome não usado pelos protestantes. Tirando isso, o restante está muito bom.
Tim Keller é pastor da Reedemer Presbyterian Church em Manhattan, New York. É uma igreja que se caracteriza pela postural dialogal com a cultura, bem voltada para missões urbanas, sem perder os distintivos reformados e presbiterianos. Ele é doutor e já serviu no magistério teológico. É casado com Kathy e tem três filhos. Em português, havia somente um artigo seu no livro A Supremacia de Cristo em um Mundo Pós-Moderno (Org. John Piper e Justin Taylor) publicado pela CPAD. Agora segue o primeiro livro de Tim Keller em português.
Nesta obra, ele mostra sua preocupação com o ceticismo em NY, seu ambiente ministerial, apresentando o cristianismo em sua beleza com argumentos plausíveis e claros. Sua tese é de que o cristianismo tem argumentos e que somente o Evangelho preenche o vazio do ser humano. Ele escreve passeando pela filosofia e pelo conhecimento humano usando também C.S Lewis e Jonathan Edwards. Ele procura ser o mais fidedigno possível ao evangelho fugindo dos extremos, a saber, o legalismo-moralismo e o relativismo libertário. Fazendo isso ele critica tanto os liberais quanto o excesso do fundamentalismo norte-americano.
Ele divide a obra em duas partes: na primeira, O salto da dúvida, é apresentado os desafios e questionamentos atuais ao cristianismo. Ele é a fé verdadeira? Como Deus sendo bom, permite o sofrimento e envia pessoas ao inferno? A ciência desacreditou o cristianismo? A Bíblia deve ser interpretada literalmente? Ainda que tenha uma posição claramente evangélica acerca de tais questões, Keller salienta sobre a seriedade para com essas questões.
Na segunda parte, os Fundamentos da Fé, ele então apresenta o Evangelho em sua beleza e poder com foco nos eventos pascais.
O livro é uma excelente apresentação do Evangelho de Jesus Cristo aos desafios da pós-modernidade. Foi uma excelente leitura!

Quarta-feira, Julho 15, 2009

151: John Piper confirmado no Brasil em 2011
























A amada Editora Fiel confirmou através do seu perfil no site do Twitter a presença do Pastor John Piper no Brasil para a XVII Conferência para Pastores e Líderes realizada anualmente em Águas de Lindóia-SP. A equipe da Editora Fiel esteve recentemente em Minessota onde pode articular parceria com a Desiring God (ministério do Pr. Piper). Que os queridos leitores estejam orando antecipadamente pelas seguintes razões que irei pontuar em seguida:
  1. Para que Deus use com poder e graça as pregações de John Piper encorajando e edificando o povo de Deus que se encontrará na conferência, se Deus permitir. Que os servos do Senhor voltem dessa conferência impactados para as suas realidades ministrando a Palavra de Deus com unção do alto.
  2. Para estarmos preparados para a volta de Cristo até lá. Se Deus quiser que 2011 não chegue, não chegará!
  3. Por mais impolgante que seja ver e ouvir John Piper, eu e você podemos não chegar lá. E se acontecer será melhor. Eu amo John Piper, mas se eu morrer verei Jesus. E Jesus é melhor que John Piper. Morrer é lucro (Fil 1:21). Ore para que estejamos preparados para tudo.
    Escrevo isso para evitar idolatria.

Sexta-feira, Julho 10, 2009

150: Feliz Aniversário Calvino! 500 anos (1509-2009)



Prezado João Calvino,

graça e paz da parte de Jesus Cristo , Nosso Senhor e nossa esperança.

Venho através desta postagem lhe felicitar pelo seu aniversário e 500 anos de seu nascimento. Sei que não nos conhecemos pessoalmente pois não daria visto que estamos em dimensões diferentes. A única coisa que o senhor já ouviu falar foi sobre o país que eu vivo chamado Brasil. O senhor enviou missionários para cá em 1555 para pastorear os colonos franceses e expandir o Reino de Deus nas novas terras catequizando o povo local na sã doutrina. Houveram mártires. Deus tem seus propósitos. Isso mostra que o senhor amava missões.
Estou longe de idolatrar o senhor! Sou um seguidor de Jesus Cristo. A minha admiração por ti é pela fidelidade a ele quando estava em vida. Sei da importância da doutrina da união mística , da filiação com Cristo em seu pensamento e interpretação das Escrituras. Karl Barth, um teólogo do século passado disse que o verdadeiro calvinista não era quem te seguia mas quem segue seu mestre, a saber, Jesus Cristo.
Agradeço a sua contribuição a Igreja de Jesus Cristo do passado e de hoje através do seu labor e incansável serviço com suas cartas, escritos, sermões e livros. Seu amor e devoção pela obra de Deus nos contagia. Ao contrário do que dizem, o senhor nunca buscou glória para si. Provavelmente nunca foi formalmente ordenado, nem fez parte de algum conselho político. Toda sua influência foi por meio da pregação.
Sei que nunca mandou matar Miguel de Serveto, o médico espanhol que não acreditava em Trindade. Pelo contrário, é sabido que o senhor se encontrou com ele escondido para incentiva-lo a ir embora de Genebra e mesmo com a teimosia dele, o senhor ainda tentou articular uma morte menos dolorosa.
O senhor ajudou muito a Igreja a buscar o sentido do texto original da Bíblia. Sempre alertou contra os perigos da alegoria. Seus ensinos foram para além do âmbito da igreja, aplicando as passagens as situações concretas do povo em Genebra e a situação política-econômica também e fundou uma academia mostrando preocupação com a formação dos pregadores e a educação do povo em geral principalmente a catequese com a juventude.
Estou ciente das suas duras lutas financeiras quando em Estrausburgo recebia cesta básica e vinho como parte do sustento pastoral e já teve que vender livros da sua biblioteca para comer. Sei também da sua dura luta com a saúde com pedras nos rins e tosse crônica. Se estivesse conosco fisicamente hoje diria que temos moleza demais.
Seu casamento foi curto e o senhor não era muito sentimental. Mas cuidou de sua esposa (uma viúva de sua paróquia) (e ela de ti e de tua saúde) e ainda adotou o filho dela após sua viuvez.
Sua espiritualidade era evidente quando disserta sobre o testemunho interno do Espírito Santo para o conhecimento da Escritura. Se preocupava com a vida cristã, principalmente com a relevância desta no mundo, longe dos mosteiros.
Sua influência em nossa pátria é boa. Eu estudo Teologia numa Universidade de uma denominação muito influeciada por ti. Inclusive o conceito da Majestade de Deus em seu pensamento será o tema do meu trabalho de conclusão de curso. Tem tudo a ver com o senhor, a glória de Deus sobre todas as coisas, o mundo como teatro da tua majestade foi um tema central em seu pensamento sendo corretamente bíblico. Há diversas denominações existentes debaixo de seu ensino, e outras tradições cristãs também se beneficiam dele.
O senhor não me conhece, mas sou um pastor de 29 anos, de uma denominação independente do Estado, que não existia ainda em seu tempo. O senhor muito me influencia em meus estudos e me faz amar a glória de Deus e a revelação escrita. Obrigado pelo seu serviço a Deus e a Igreja. A Igreja em nossa pátria colhe os benefícios mesmo com todas as nossas lutas. O senhor iria escrever muito sobre providência e sofrimento se estivesse entre nós diante da teologia da prosperidade e do neo-pentecostalismo. Iria abominar a falta de reverência para com a Palavra de Deus nos seminários por causa do liberalismo teológico. Mas chega né? Aproveite bem seu descanso. Na ressurreição continuamos essa conversa. Por hora é só.
Até breve e estarei também aí.
Seu filho,
Juan de Paula

Segunda-feira, Julho 06, 2009

149: A REPROVAÇÃO E A ACEITAÇÃO DE UMA ORAÇÃO PELO SENHOR JESUS (Sermão em Lucas 18:9-14)



Introdução e Contexto:
* Parábolas foram contadas para ilustrarem uma verdade usando fatos do dia-a-dia na Palestina: Coisas terrenas para falar das eternas; Mutáveis para falar das imutáveis; visíveis para falar das invisíveis; humanas para falar das espirituais.
* Texto anterior salienta a necessidade da perseverança na oração. Este texto mostra como a oração deve ser regulada.
* 1º - Exposição do texto e 2º - aplicação (legalismo e graça)
* Explicar quem são os fariseus e publicanos (verso 10).
1 – O Senhor Jesus adverte o pecado de confiar na sua própria justiça (vs 9):
· Pecado original: Adão
· Ídolos do coração: adoramos a nós mesmos (orgulho, egoísmo, bajulação a nós
mesmos)
2 – O Senhor Jesus condena a oração do fariseu porque (vs 11-12):
· Não demostrava confissão, culpa, súplica, ação de graças. Era centrada nele mesmo.
· Ele é mortal como os outros homens, rouba a glória de Deus, é injusto por ser pecador
e condenado por Deus e adúltero espiritualmente (11).
· Aceitação de Deus por esforço próprio baseado na obediência a lei sem considerar o
coração pecaminoso (12).
3 – O Senhor Jesus recomenda a oração do publicano (vs 13):
· Misericórdia (desejo de); propício; hilastheti; remoção da ira (destrinchar propiciação).
· Foi uma oração verdadeira, pessoal, humilde e de coração
· Ilustração: Salmo 51 e o pecado de Davi. Arrependimento.
4 – O Senhor Jesus foi a justiça do publicano (vs 14):
· A justificação pela Fé exige a plena confiança em Jesus Cristo.
· Pecados perdoados e declarados justos e inocentes no tribunal de Deus (efeito da
doutrina da justificação pela fé)
· Chave da reforma protestante: Martinho Lutero
· “A minha justiça está em Cristo” John Bunyan (puritano, autor de O Peregrino,
autobiografia).
5 – O Senhor Jesus nos chama a humildade como fruto da justificação (vs 14):
· No Reino só cabe glória para Jesus e não para o homem (Somente a Deus a glória)
· Jesus foi o exemplo sublime de humildade (Fil 2:5-11): esvaziamento e glorificação.
· Devemos imitar o Senhor Jesus em humildade (João 13 – humildade implica em
serviço).
Aplicações:
1 –
A base (estrutura) do fariseu era o legalismo. O legalismo é uma tentativa orgulhosa de
agradar a Deus com base no mérito próprio, na justiça própria, somente na obediência.
Ensinada na história da igreja por Pelágio (Séc IV). Isto é impossível haja vista que somos
pecadores desde o nascimento. Eles confiam na lei e crêem na verdade, porém não aplicam ao
coração. Verdade sem amor.
2 – O legalismo tem como raiz o orgulho. O orgulho é uma tendência do homem de ser
centrado em si mesmo sendo assim egoísta.
“A religião movida pela força de vontade quase sempre fracassa e, mesmo que tenha sucesso,
obtém glória para si mesma e não para Deus. Ela produz legalistas rigorosos, não pessoas que
amam” John Piper
“O orgulho é como descascar cebola” Jonathan Edwards, puritano. Por causa das camadas
profundas.
3 – O orgulho torna as pessoas críticas. Tendem a ver mais o negativo do que o positivo. Se
tornam mais ácidos na igreja do que edificadores e transformadores de vidas. O orgulho é um
impedimento para amar o próximo. O legalista é preso em si mesmo incapaz de olhar o outro.
Ama a verdade mas não ama o próximo. O orgulho é a mola propulsora para julgar o
próximo. Olha para o próximo como se fosse incapaz de cair no mesmo pecado. Tg 2:13.
4 – A humildade é fruto da justificação pela fé, obra da graça de Deus (Ef 2:8) para a glória
somente Dele. A graça de Deus transforma o coração orgulhoso do indivíduo pela fé em
Cristo em um coração que ama e é humilde, quebrantado. “Quer ser humilde? Medita na
graça” Franklin Ferreira. Quando meditamos na graça, sabemos que nada merecemos e que
não somos nada portanto a conseqüência é uma postura de humildade, compreensão e
compadecimento com o próximo. Jonathan Edwards diz que a humildade é a sublime virtude
recomendada pelo Senhor Jesus. Indicação de livro: “Humildade” C.J Mahaney : Editora Fiel. www.editorafiel.com.br

Terça-feira, Junho 30, 2009

148: XXV Conferência Fiel para Pastores e Líderes - Justificação pela Fé: O coração do Evangelho.

XXV Conferência Fiel para Pastores e Líderes - Justificação pela Fé: O Coração do Evangelho. Outubro/2009. Preletores: Mark Dever, Don Carson, Adauto Lourenço, Sillas Campos, Gilson Santos. Maiores informações no site da Editora Fiel. IMPERDÍVEL!

Segunda-feira, Junho 22, 2009

147: Charles Spurgeon, a controvérsia do "declínio" e os pastores conservadores em cima do muro.

Há uma tensão existente na vida de qualquer liderança de uma igreja sã evangelicamente falando. Ela se dá entre não ser amigo de contendas e lutar pela verdade do Evangelho de Jesus Cristo. Será que devemos nos unir com quem nega um fundamento evangélico? Será que a paz e a unidade da igreja deve custar um ponto fundamental do cristianismo?

Não quero aqui fortalecer confusões em torno de percepções não-centrais do evangelho e fomentar brigas por questões não essenciais, ainda que relevantes dentro do debate evangélico. Recentemente num congresso, um amigo pregou um sermão sobre a unidade da igreja em pontos essenciais e assino em baixo tudo que ele ensinou fundamentado nas Escrituras.

O ponto é que pastores e líderes às vezes omitem suas convicções ou não confrontam uma heresia para manter o status quo, a posição eclesiástica e o ministério.
Charles Haddon Spurgeon foi chamado de o príncipe dos pregadores na história da Igreja e é o mais conhecido batista edificando uma igreja na Inglaterra com 5.000 membros na época. É lembrado como um evangelista fervoroso e de convicções calvinistas.
Mas um ponto não muito mencionado foi a sua luta na controvérsia do “declínio” (Down Grade) em que militou contra o método histórico-crítico, defendeu a inerrância bíblica e alarmou sua denominação na época em relação aos perigos do liberalismo teológico e o efeito nocivo dentro da igreja. Ainda que seja considerado herói por muitos hoje, Spurgeon ficou sozinho em sua época. Foi abandonado por colegas que tinham a mesma posição mas queriam manter a paz e a unidade da igreja em detrimento da verdade.

Iain Murray escreveu: “E logo no começo da controvérsia do [declínio], Spurgeon declarou que os evangélicos tinham que enfrentar uma política que nos forçaria a subordinar a manutenção da verdade à prosperidade e unidade denominacional” (MURRAY, O Spurgeon Esquecido, PES, p. 187-188). Ali vários colegas de Spurgeon adotaram uma política de acomodação em detrimento da verdade evangélica da inerrância das Escrituras.

Com isso, mais uma vez saliento a necessidade de pastores e líderes pedirem graças ao Senhor para se firmarem numa convicção e estarem prontos a serem retaliados pela causa de Cristo. Não deveríamos nos conformar com o liberalismo teológico regendo a formação ministerial dos futuros obreiros. Que Deus nos de graça e firmeza para protestarmos em verdade e com amor.

P.S: Um amigo editor entendeu ser melhor traduzir Down Grade por declínio ao invés de Baixo Grau. Ele escreveu: "Baixo grau é uma tradução literal e, em rigor, não significa muita coisa para nós. A tradução mais apropriada seria “declínio”, pois era exatamente isso que ocorria com a cristandade evangélica dos tempos de Spurgeon: declínio. " Agradeço a ele pela correção.

Quinta-feira, Junho 18, 2009

146: ADORAÇÃO AO TRONO COMO MISSÃO DA IGREJA (Sermão)

Texto: Apocalipse 4
Sermão entregue na IB Morro Azul – RJ dia 12 de dezembro de 2008 em ocasião de seu décimo aniversário.

INTRODUÇÃO:

Há uma crise generalizada do que é a igreja em sua substância.
Entretenimento vs adoração – os fins justificam os meios (pragmatismo).
O livro de Apocalipse, escrito para consolar e encorajar cristãos perseguidos tem como objetivo ensinar a vitória de Cristo e seu Reino sobre as forças do mal.
João Calvino disse que o livro de Apocalipse é de difícil interpretação e por isso não pregou ou escreveu sobre ele alegando deixar para alguém melhor do que ele.
Capítulos 4 e 5 introduzem toda a batalha entre o céu e inferno após exortar as sete igrejas da Ásia. Cap. 4 – Trono do céu, Cap. 5 Cordeiro e o livro.
O trono nos revela Deus como rei.
Escolas de interpretação: Preterismo, Historicismo, Idealismo e Futurismo.


A ADORAÇÃO AO TRONO É A FINALIDADE ULTIMA DA IGREJA:
GLORIFICAR A DEUS

1 – Adoramos ao trono o Deus inascessível – luz invisível (2-6a) (1 Tm 6:16):

Estar diante da glória de Deus deixa o homem mais do que admirado
Explicar a simbologia das jóias: representam o Deus invisível
Ilustração: Moisés e a sarça – Êxodo 3
Deus absconditus (O Deus oculto – Lutero)
Implicações para o culto e a prática da igreja: Qual a nossa percepção de Deus? Quem nós adoramos? Nossa visão de Deus é elevada?

2 – Os anjos adoram a Deus e confessam os seus atributos (6a-8):

Os 4 seres viventes representam os anjos
Eles foram criados para glorificar a Deus e exalta-Lo – eles prestam culto a Deus
Atributos: Santo – separado, puro ; Todo-poderoso ; governador providencial ; que era, é (sendo – grego) e que há de vir ; eterno, imutável
Assim como os anjos, temos confessado e acreditado nos atributos de Deus? Mais do que isso: temos louvado a Deus quando passamos por angústias, problemas, lutas. Ou ficamos presos em nós mesmos roubando de Deus a sua glória.
Ilustração (Jó 1:20-21 – louva a Deus diante da provação).
Karl Barth (teólogo suíço) disse que os anjos louvavam a Deus com Mozart e Bach.

3 – Todos os crentes de todas as eras , de todos os lugares, adoram a Deus e confessam os seus atributos (9-11):

Os 24 anciãos (12 tribos e 12 apóstolos?) representam todos os crentes de todas as eras em todos os lugares.
Deus nos chama para glorifica-Lo ; Ele é o criador e sustentados de todas as coisas.
Deus zela pela sua própria glória – Jonathan Edwards. O nosso deleite está em nos satisfazermos na glória de Deus - não há contradição entre glorificar a Deus e o deleite da nossa alma.
1ª pergunta do Catecismo Menor de Westminster (puritano): Qual a finalidade última do homem? R: Glorificar a Deus ao se satisfazer (deleitar) Nele.
Deus é o centro do culto na igreja. A motivação principal deve ser adora-Lo e não as programações e atividades cujo fim é glorificar a Deus.

Conclusão:

Deus, em Seu trono, é o centro e a realidade ultima do universo.
Ele é tão glorioso que somos indignos e incapazes de vê-Lo.
Mas pela graça (favor imerecido), ele se revela a nós pecadores para que possamos dar somente a Ele toda a glória.
Devemos manter uma visão exaltada da pessoa de Deus no culto, na igreja, na pregação e em todas as atividades de nossas vidas.
O exaltamos através do cordeiro (Cáp. 5). Jesus é o leão da tribo de Judá para os pecadores condenados e destinados a perdição. Mas para os salvos, eleitos de Deus, é o cordeiro manso e suave que tirou de nós a irá de Deus no sacrifício da cruz do calvário.
Cristo já triunfou sobre Satanás e todas as hostes do mal e deste mundo.
Portanto, enquanto esta igreja marcha até a volta do Senhor, que Deus seja adorado, exaltado e glorificado em todas as atividades, na vida de todos vocês.
Seja a Deus dada toda a glória, Deus vos abençoe.